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Estudantes fazem Beijaço em protesto a homofobia sofrida por jovens

 Um “Beijaço” com lgbts e heterossexuais aconteceu neste domingo (15) na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá. O evento é foi um protesto contra um caso de homofobia ocorrido em um bar localizado no bairro Jardim Petrópolis. 

A ideia do Beijaço surgiu após quatro jovens homossexual serem vítimas de preconceito enquanto estavam em um bar, no início deste mês. O evento é organizado por representantes do grupo Coletivo da Diversidade da UFMT e a concentração da manifestação será no estacionamento de uma loja de eletrodomésticos na Avenida Fernando Corrêa, às 17 horas de domingo (15).

De acordo com uma das organizadoras, Ligia Bezerra, ela e mais três meninas estavam no estabelecimento comercial quando uma mulher, que aparentava ser a dona ou gerente do bar, pediu para que as jovens se afastassem.

“Ela disse que a gente deveria se afastar, pois ela não queria ver gestos de carinho homoafetivo no estabelecimento. Segundo a mesma, o ambiente é familiar, os clientes do estabelecimento poderiam se sentir incomodados com a presença de casais homossexuais”, relatou uma das vítimas do preconceito.

Ainda segundo Lígia Bezerra, as jovens se sentiram ofendidas com o pedido e decidiram deixar o local. Ela diz que não aconteceu a demonstração de carinho, conforme a proprietária ou gerente alegou. “Ela começou a caluniar dizendo que nós estávamos no agarrando no local. Ela ainda gritou com a gente e jogou o troco em uma das meninas”.

Com a ação, as quatro jovens decidiram unir forças com grupos da comunidade LGBTT e de heterossexuais. “Esse Ato vem como resposta a agressão verbal e psicológica que as vitimas sofreram ao serem confrontadas ao conceito de família”, explicou uma das organizadoras do Beijaço. 

Segundo a organização do manifesto, não é a primeira vez que o estabelecimento discrimina pessoas homossexuais. “O movimento criou força com a revolta dos próprios clientes que se sentiram ultrajados com o tratamento homofóbico”, ressalta Lígia.


Fonte:site  Olhar Direto
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HOMOFOBIA: Agressão a homossexual em São Paulo motiva protesto contra a homofobia


SÃO PAULO - Em resposta à agressão de Evertton Henrique, de 24 anos, no final do mês passado, simpatizantes e ativistas da causa LGBT organizaram, por meio de redes sociais, nova manifestação contra a homofobia. O protesto acontece às 23h deste sábado, na esquina da rua Frei Caneca com a Peixoto Gomide, no centro da capital paulista.
Jovem foi agredido ao sair de uma boate GLS próxima ao shopping Frei Caneca - Reprodução
FOTO PARA DIVULGAÇÃO
De acordo com a comunidade criada para o evento no Facebook, a intenção é fazer um "Flash Mob Drama Anti-homofobia". Até duas horas antes do início do evento 150 pessoas já haviam confirmado presença. Os organizadores recomendam que os participantes levem velas e cartazes.
Evertton Henrique foi agredido por quatro adolescentes ao sair de uma boate GLS da região, próxima ao shopping Frei Caneca. O jovem, que escreve para o blog Abafa o Babado (abafaobabado.blogspot.com.br), postou foto do rosto machucado em seu perfil no Facebook, além de um texto em que narra como tudo aconteceu e fala sobre o que sentiu no momento.
Fonte : Site Estadão de São Paulo
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Gays nos quadrinhos podem ajudar a combater a homofobia


A autora de quadrinhos Alyson Bechdel 

Estefani Medeiros / Do UOL, em San Diego 

Em maio deste ano, a Marvel anunciou que realizaria o primeiro casamento gay das HQ's, com o herói Estrela Polar e o namorado Kyle como protagonistas. Menos de um mês depois, a DC Comics tirou o personagem Lanterna Verde do armário. Apesar das notícias serem recentes, a história da cultura LGBT nos quadrinhos já tem 40 anos, comemorados com discussão na Comic-Con, nesta sexta (13).


Em conversa com o 
UOL, a veterana dos quadrinhos gays alternativos, Trina Robins diz que a levar o assunto para o mainstream com histórias de personagens da Marvel e DC, as duas maiores editoras de quadrinhos dos EUA, "pode ajudar a combater a homofobia."


"Eu moro em San Francisco, que é bastante amigável para os gays, mas em grande parte dos estados americanos, as pessoas são muito preconceituosas", explica. "Sempre vão existir pessoas homofóbicas, mas os quadrinhos podem ajudar a entender melhor esse momento."


O momento a que Robins se refere é o apoio do governo americano e do presidente Barack Obama aos casamentos entre pessoas do mesmo sexo. "É claro que os lançamentos nessa época são uma boa hora para ganhar dinheiro, mas também é sobre mostrar a diversidade desses heróis, tornar o universo mais rico", completa.


Para James Robinson, autor do quadrinho "Earth 2", em que Allan Scott revela sua sexualidade, disse que ainda precisa "tomar muito cuidado quando escreve esse tipo de história". "Acho que nos últimos dez anos melhorou muito, mas infelizmente a América ainda tem dificuldades para aceitar os gays, por isso ainda tenho medo de criar vilões, acho que as pessoas agora precisam de bons exemplos."


Para Nicola Scott, que ilustrou a história do Lanterna Verde em parceria com Robinson, a história também tenta acabar com o perfil de um estereótipo gay. "O estilo tem que seguir a personalidade do personagem, não sua sexualidade. Um personagem pode ser gay e não ser feminino, ou vice-versa, eles não precisam parecer um casal, o beijo tem que ser algo natural."


Alyson Bechdel, autora de histórias de personagens lésbicas como "Dykes to Watch Out For", concorda que introduzir o assunto mostrando histórias com personagens bonzinhos é uma boa solução. "O que importa é que está acontecendo uma mudança orgânica, um envolvimento que pode ajudar a movimentar a sociedade."
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ESPORTE :capitão da equipe britânica de atletismo nos Jogos Olímpicos de Londres é acusado de homofobia no Twitter


Dai Greene, capitão da equipe britânica de atletismo nos Jogos Olímpicos de Londres, vai ser investigado pela diretoria da Associação Olímpica Britânica (BOA) por ter usado linguagem que poderia ser considerada homofóbica no Twitter.
Segundo o jornal Daily Mail, Greene, que compete nos 400 m com barreiras e tem 22,5 mil seguidores no Twitter, usou o termo "gayest" - "o mais gay" em livre tradução para o português - para se referir ao velocista Martyn Rooney. Ao perceber o erro, ele rapidamente apagou a postagem.
Após o ocorrido, a BOA agora vai investigar a escolha de palavras de Greene. O assessor de imprensa da entidade, Darryl Seibel, disse que o "uso de linguagem que poderia ser visto como ofensivo ou pejorativo não é tolerável pela BOA".
Seibel reiterou ainda que "todos esperam muito dos atletas olímpicos, especialmente de um que foi escolhido como capitão de equipe". Sir Clive Woodward, diretor de esportes da BOA, já providenciou uma cartilha de mídias sociais, que indica o "uso responsável" desses meios de comunicação.
Fonte :site  Terra 
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internado após ataque homofóbico em SP


Três pessoas foram espancadas, duas delas internadas em estado grave, depois de serem agredidas em supostos ataques de homofobia na sexta-feira em Araçatuba (SP). Entre as vítimas está um engenheiro civil de 23 anos, espancado por dois homens na saída de uma boate. O engenheiro estava com um amigo, de 38 anos, que também foi agredido e internado na Santa Casa de Araçatuba. Os dois, que teriam sido confundidos com homossexuais, foram espancados com pedaços de paus e pedradas.
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ALUNO SOFRE AGRESSÕES DE COLEGA EM ESCOLA POR SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL

 
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