
Subir ao palco na Rússia e condenar a lei estatal contra a
propaganda homossexual e ser processada por isso está para Madonna como
mais uma ação em defesa das pessoas com orientação sexual diferente.
Durante os 30 anos de carreira da diva, comemorados neste sábado, 6 de setembro, ela criou uma identificação imediata com os gays, defendendo a diversidade sexual e a igualdade de direitos, fruto da convivência com amigos, bailarinos e outros profissionais de orientação sexual diferente do seu ciclo.
Na
vida pessoal, a superação, assim como acontece com a luta dos direitos
dos gays, sempre fez parte da história de Madonna. A menina pobre da
cidade de Detroit, filha de pai carrasco e nascida numa família
conservadora católica italiana perdeu a mãe aos cinco anos, cresceu com
os sete irmãos - dois deles por parte de pai - e saiu cedo de casa rumo a
Nova York com apenas 35 dólares no bolso.
A diva posou nua para aulas de artes plásticas, trabalhou como garçonete, virou bailarina, cantora e tocou bateria para, em 1982, lançar seu primeiro single "Everybody".

Surgia uma mulher com visual ousado e que transformou crucifixos em acessórios numa demonstração do que viria pela frente: seus ataques à Igreja Católica ou, para melhor entendimento, seus ataques contra o conservadorismo.C
Foi o primeiro sinal de que, dali pra frente, aquela cantora iria desafiar o proconceito sexual e a homofobia. Daquele momento em diante surgia mais uma diva fruto da frequente subcultura de adoração a mulheres sensuais de tom transgressor sendo por isso admiradas.
Fonte site: athosgls.com.br
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