O lema da ação, que ocorre anualmente desde 2005, é "Lesbofobia é violência contra as mulheres". Em agosto, comemora-se o mês da visibilidade lésbica. A manifestação ocorreu durante todo o dia, tendo começando por volta das 10h, com uma concentração na Asa Sul. No período da tarde, foi realizado um debate sobre como anda o tratamento da violência contra lésbicas no âmbito de instituições públicas, como em delegacias, na Justiça e nos disque-atendimentos.
Anoite realizado atividades como uma marcha até o Museu Nacional, no Eixo Monumental, próximo à Catedral de Brasília, e shows de artistas da cidade - como os DJs Enator, Tashy, HolyBitches e Pati Merenda.
Nossa equipe fizerão uma estimativas de 300 pessoas durante a manifestação.Durante o evento, foram distribuídas cartilhas informativas da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e do Ministério Público contendo orientações contra a violência e sobre os direitos das mulheres.
Em 2001, foram registrados 31 casos e, em 2012, 68 - quantidade considerada baixa. Para Guaia Monteiro, a violência existe, mas não é registrada como tal. Segundo pesquisa realizada pela organização não governamental (ONG) Coturno de Vênus - Associação Lésbica de Brasília, constatou-se que, no Distrito Federal, 59% das mais de 2 mil pessoas entrevistadas alegaram não saber que a Lei Maria da Penha também deve ser aplicada em casos de violência contra lésbicas e mulheres bissexuais.
A questão foi tratada em debate realizado durante o evento, com a participação do secretário de Direitos Humanos do DF, Gustavo Bernardes; da diretora da Coturno de Vênus, Melissa Navarro; e da coordenadora da Central de Atendimento à Mulher (o Disque 180), Clarissa Carvalho,Paulinho Robinson; do site Homofobia Zero,Elker Barros;do grupo Pride Boy .
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